segunda-feira, 4 de junho de 2018

Carta aberta ao presidente Lula



Senhor Presidente e Querido Amigo,
Luiz Inácio Lula da Silva
Lula livre !
É o brado do povo oprimido que exige democracia, desenvolvimento, justiça, soberania.
Operários, camponeses, excluídos, religiosos, políticos, estudantes, intelectuais, empresários lutam há séculos pelos direitos do Povo brasileiro.
Muitos morreram e vivem em nós.
Um juiz de primeira instância e três desembargadores cassaram os direitos políticos do Povo brasileiro, ao condenar, sem provas, seu líder e o tornaram um preso político: Lula.
Destroem o Estado de Direito e o próprio Poder Judiciário com suas práticas ilegais e contribuem para destruir o Estado, a sociedade brasileira e a economia nacional.
O Povo brasileiro está diante de dois projetos para o Brasil.
O projeto do "Mercado", dos muitos ricos, da grande mídia, das classes hegemônicas, que dá todos os privilégios às empresas; que promove a privatização e a desnacionalização; que reduz o Estado ao mínimo; que impõe o equilíbrio fiscal rígido; que alinha o Brasil com os Estados Unidos.
Este projeto está em plena execução por um governo ilegítimo, não eleito.
É um projeto de Brasil para 30 milhões de brasileiros e que exclui 180 milhões.
O segundo projeto é o projeto das forças progressistas cujo objetivo é a redução das disparidades; a eliminação das vulnerabilidades; a eficiente utilização do trabalho, do capital, dos recursos naturais; a afirmação de soberania do Brasil.
Foi a execução cuidadosa e firme deste projeto que fez com que o povo brasileiro lhe desse 87% de aprovação ao final de seu segundo mandato, aprovação sem precedentes na História do Mundo.
É um projeto de Brasil para 210 milhões, que a ninguém exclui e a todos inclui.
Presidente Lula ! Estamos firmes e solidários a seu lado, todos os dias todas as horas, confiantes em sua orientação política e em sua integridade !
Somente Lula, com sua origem no Povo brasileiro, retirante, pobre, operário, líder pela vontade e impulso dos seus companheiros, representa toda a gama da sociedade brasileira.
Somente Lula, com sua autêntica vivência e luta partidária, conhecimento do Brasil e de seus desafios, capacidade de diálogo e articulação, pode nos salvar deste abismo em que nos jogaram.
Muitos são os seus companheiros de jornada e de uma luta sem fim.
Celso Amorim, com sua experiência de estadista e de negociador, sua honestidade e inteligência, sua capacidade de trabalho, sua lealdade, terá a melhor contribuição a dar à sua luta, que é a do Povo brasileiro !
Lula Livre !
Samuel Pinheiro Guimarães
Embaixador
Fonte: www.brasil247.com

CÁRMEN RETIRA DA PAUTA GOLPE PARLAMENTARISTA

Marcelo Camargo/Agência Brasil
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, retirou da pauta da Corte o julgamento de uma ação que questiona se o Congresso Nacional pode instituir o parlamentarismo por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição. De acordo com assessoria do Supremo, a ação foi retirada da pauta a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. A deliberação estava marcada para o dia 20 de junho. 
Uma PEC precisa da aprovação de 3/5 dos deputados e senadores em votação de dois turnos para ser aprovada, mas, enquanto permanecer a intervenção federal no Rio, o Congresso não pode alterar a Constituição Federal.
No ano passado, o senador José Serra (PSDB-SP) conversou com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) sobre a instalação de uma comissão especial sobre o tema.
O caso havia chegado ao STF em 1997, quando Jaques Wagner (PT), ex-governador da Bahia, era deputado. Na época, ele questionou a tramitação da PEC e reiterou que em 1993 o parlamentarismo foi rejeitado em plebiscito pela população brasileira.
Fonte: www.brasil247.com

CÁRMEN RETIRA DA PAUTA GOLPE PARLAMENTARISTA

Marcelo Camargo/Agência Brasil

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, retirou da pauta da Corte o julgamento de uma ação que questiona se o Congresso Nacional pode instituir o parlamentarismo por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição. De acordo com assessoria do Supremo, a ação foi retirada da pauta a pedido do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo. A deliberação estava marcada para o dia 20 de junho. 
Uma PEC precisa da aprovação de 3/5 dos deputados e senadores em votação de dois turnos para ser aprovada, mas, enquanto permanecer a intervenção federal no Rio, o Congresso não pode alterar a Constituição Federal.
No ano passado, o senador José Serra (PSDB-SP) conversou com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) sobre a instalação de uma comissão especial sobre o tema.
O caso havia chegado ao STF em 1997, quando Jaques Wagner (PT), ex-governador da Bahia, era deputado. Na época, ele questionou a tramitação da PEC e reiterou que em 1993 o parlamentarismo foi rejeitado em plebiscito pela população brasileira. 
Fonte: www.brasil247.com

domingo, 3 de junho de 2018

Educação não terá futuro sem revogar Emenda 95

"É preciso eleger uma bancada de deputados e senadores comprometidos com a revogação da Emenda Constitucional (EC) 95. Sem revogá-la, a educação pública brasileira não terá futuro”, pontuou o presidente do PROIFES-Federação, Nilton Brandão, durante a mesa que debateu o combate à privatização e mercantilização da educação na América Latina, durante  a Conferência Nacional Popular de Educação (CONAPE), no final de maio, em Belo Horizonte.

Brandão apresentou dados brasileiros sobre a situação das universidades e institutos federais depois da aprovação da EC que, em 2016, congelou os investimentos sociais por 20 anos. Na educação, a EC passou a valer em 2018, o que para o setor foi especialmente perverso, porque congela um orçamento já em queda. Em 2015, o orçamento para investimento nas universidades era R$ 13 bilhões, em 2017 caiu para R$ 8,7 bilhões e a previsão para este ano é R$ 5,9 bilhões, menos de 50% do orçamento de 2015.

“Nos institutos federais é pior”, disse Brandão. Em 2015, o investimento era R$ 7,9 bilhões, caiu para R$ 3,7 bilhões em 2017 e este ano vai chegar R$ 2,8 bilhões. “Como avançar ou até garantir as conquistas que tivemos sem dinheiro?”, questionou. “Em agosto do ano passado, as universidades já estavam demitindo terceirizados, suspendendo bolsas e projetos de pesquisa para que conseguissem chegar nesse ano. E agora, está rigorosamente igual. O dinheiro das universidades acabou”.

Segundo Brandão, desde o início, a estratégia do governo Temer é sucatear o serviço público brasileiro para favorecer a atuação do mercado privado em áreas como a Educação e a Saúde. “Precarizam o serviço público, convencem a população de que ele não funciona, o que favorece o mercado privado, que aparece como alternativa para a população que precisa dos serviços”.

Na atividade, representantes de sindicatos do Uruguai, Costa Rica e El Salvador, também filiados à Internacional da Educação, apresentaram a realidade do avanço do setor privado sobre a educação em cada país.
Fonte:http://www.vermelho.org.br

JÁ É HORA DE GRITAR 'FORA IVAN MONTEIRO'?

Agência Brasil

Michel Temer confirmou Ivan Monteiro como novo presidente da Petrobras. Indicado pelo conselho de administração da companhia, o ex-diretor financeiro da estatal é bem visto pelo 'mercado', assim como era seu antecessor, Pedro Parente.
Para deixar claro a quem serve, a primeira ação de Monteiro foi anunciar o reajuste do preço da gasolina neste sábado (2) em 2,25%. Em um mês, o combustível acumula alta de preço de 11,29%, ou seja, de 20 centavos por litro, já que em 1º de maio, o combustível era negociado nas refinarias a R$ 1,8072. 
Fonte: 247

BOA PRAÇA, LULA VIRA CONTADOR DE HISTÓRIAS NA SUPERINTENDÊNCIA DA PF

Agência Brasil | Ricardo Stuckert

 Mantido como preso político desde o dia 7 de abril na sede da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem recebido atenção e simpatia de policiais federais do local. 
Um dos visitantes semanais que Lula recebe, além de seus advogados, relatou surpresa ao abrir a porta do aposento do quarto andar da Superintendência da PF, onde Lula, em pé, contava uma história a um policial que, sentado na beirada da cama do petista, ouvia com os olhos vidrados.
O quarto onde o petista vive não fica com a porta trancada. Mesmo assim, Lula só sai de lá para as duas horas de banho de sol, numa varanda do prédio. Os agentes entram sempre para levar a ele água gelada ou ouvir as histórias do ex-presidente.
Lula dedica boa parte do dia a escrever cartas. Coloca no papel sua avaliação sobre o país e recado a familiares. Entrega a papelada para os advogados, que depois distribuem para os destinatários.
Recebendo o apoio diário de militantes do acampamento Lula Livre, o ex-presidente rejeitou solicitar transferência da sede da PF para o Complexo Médico Penal de São José dos Pinhais. Lula também recusou-se a receber alimentos de fora da prisão, uma oferta dos familiares e dos advogados. O petista segue a mesma dieta dos outros presos da carceragem. 
Fonte: www.brasil247.com

sábado, 2 de junho de 2018

Primeira decisão do "novo" presidente da Petrobras: aumento da gasolina


Mostrando que veio para continuar as privatizações e o roubo do bolso dos trabalhadores com os combustiveis caros, o "novo" presidente da Petrobras, Ivan Monteiro anunciou neste sábado o aumento da gasolina. A gasolina já tinha sido aumentada por Pedro Parente na última quarta-feira.
Neste sábado a gasolina subiu 2,25%, acumulando em 30 dias abusivos 11,29%. Esses aumentos de preço visam facilitar as importações e tornar mais atrativa a privatização das refinarias. Política hoje que foi defendida por diversos analistas e até pela Folha de São Paulo em editorial deste sábado.
Ivan Monteiro, braço direito de Bendine em começar a privatização do Banco do Brasil, depois para avançar nas medidas privatistas de Bendine na Petrobras durante o segundo governo de Dilma, mostra que seguirá à risca a mesma política de Pedro Parente.
A Petrobras está no centro da crise no país. A traição da greve petroleira pela CUT e o PT permite que Temer tente resolver essa crise pela direita, colocando alguém que vai dar uma nova cara para a mesma política neoliberal. A luta dos trabalhadores é o que pode permitir se livrar de todo legado de entrega das riquezas nacionais e corrupção, só uma Petrobras 100% estatal é o que pode permitir que não seja a população que arque com os lucros dos acionistas imperialistas da Petrobras e os lucros dos empresários do transporte.
Fonte: www.esquerdadiario.com.br 

Lula preso há dois meses, Paulo Preto solto para sempre


Luiz Inácio Lula da Silva governou o Brasil durante dois mandatos. Deixou o cargo com 87% de aprovação, numa marca jamais alcançada por qualquer outro presidente. De acordo com a mais recente pesquisa Vox Populi, ele seria eleito para um terceiro mandato com 39% dos votos, mais do que a soma de todos os adversários.
Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, fez carreira na Dersa, a estatal que toca as obras viárias em São Paulo, estado que ostenta as tarifas de pedágio mais caras do mundo. Numa delas, o Rodoanel, acaba de ser apontado pelo Tribunal de Contas um superfaturamento de R$ 55 milhões.
A fama de Lula cruzou o mundo. Nos seus dois mandatos, o Brasil caminhava para ser a quinta economia mundial. O País era respeitado internacionalmente e até Barack Obama o chamava de "o cara". Essa reputação permanece intocada. Na semana passada, alguns dos maiores intelectuais do mundo, numa lista que inclui Angela Davies, Thomas Piketty, Noam Chomsky e Tariq Ali, o classifica como "preso político". Além disso, mais de 300 mil pessoas já assinaram uma petição para que ele se torne o primeiro brasileiro a receber o Prêmio Nobel – e justamente o mais importante, o da Paz.
A reputação de Paulo Preto é inversa. Sua fama vem da Suíça e das Bahamas, paraísos fiscais onde ele foi acusado de movimentar dezenas de milhões de reais, como operador de propinas do PSDB. O dinheiro foi rastreado por autoridades suíças e depois enviado para o Caribe. Praticante todos os delatores das grandes empreiteiras o acusaram de arrecadar para as campanhas dos senadores José Serra (PSDB-SP) e Aloysio Nunes (PSDB-SP), assim como do ex-governador Geraldo Alckmin.
Lula está preso há dois meses. Foi condenado a 12 anos e um mês de prisão por reformas num imóvel da OAS que nunca lhe pertenceu. O Brasil e o mundo já sabem que esta sentença serve a um único propósito: impedir que ele participe das eleições e, assim, impeça que riquezas nacionais, como o pré-sal, sejam entregues a grandes petroleiras internacionais.
Paulo Preto, por sua vez, está solto. Bastou que plantasse notas em colunas de jornais, ameaçando delatar seus chefes para que fosse solto. Na semana passada, foi preso pelo segunda vez, acusado de coagir testemunhas, mas o castigo durou apenas doze horas. Isso porque, no meio do caminho, havia um Gilmar Mendes, ministro do Supremo Tribunal Federal, sempre disposto a não cuidar das aparências. O mesmo Gilmar que, antes do golpe contra a presidente Dilma Rousseff, impediu que Lula se tornasse ministro da Casa Civil – o que o retiraria do tribunal de exceção montado em Curitiba.
Não se sabe por quanto tempo Lula ficará preso, mas já se pode dizer, praticamente com certeza, que Paulo Preto ficará solto para sempre. Lula serve ao povo brasileiro. Paulo Preto serve ao partido que liderou o "golpe com Supremo, com tudo".
Fonte: www.brasil247.com

Ninguém aguenta mais: libertem Lula e o Brasil


A atual situação de desabastecimento de combustíveis é apenas a face mais evidente da pior crise econômica, social e política da História do Brasil.
Assiste-se, em nosso país, a uma avassaladora devastação social e econômica, que afeta, sobretudo, os mais pobres. O desemprego aumenta em níveis insustentáveis, a pobreza volta a se espalhar pelo Brasil, a subnutrição golpeia de novo as nossas crianças e o país volta a entrar no vergonhoso Mapa da Fome.
A prometida retomada econômica não veio e a economia brasileira passa da recessão à depressão prolongada. O resultado do último trimestre (0,4), puxado apenas pela agricultura, foi decepcionante. O próximo trimestre deverá ser negativo em cerca de 0,5% ou mais, em razão do caos criado pela política de preços dos combustíveis da Petrobras, concebida para gerar lucros para acionistas estrangeiros e prejuízos para o país. Neste ano, com a incerteza política das eleições e o caos criado pelo golpe, o PIB deverá ficar na casa de 1%, se não cair a zero. Dois ou três por cento era delírio dos golpistas.
O patrimônio público volta ser vendido a preços aviltados e a soberania nacional é vilipendiada por uma política externa subserviente aos interesses de grandes potências.
Nunca o Brasil caiu tão baixo.
Completando o quadro de desastre, temos um governo notoriamente corrupto, impopular, ilegítimo e totalmente incapaz de dar respostas minimamente adequadas aos desafios postos.
Isso ficou evidente na justa greve dos caminhoneiros. Em vez de atacar a causa do problema, a política de preços volátil e irracional da Petrobras, construída para beneficiar acionistas estrangeiros, o governo preferiu subsidiá-la à custa do corte de impostos que beneficiam os brasileiros mais pobres.
Trata-se de um governo que governa única e exclusivamente para os mais ricos. A questão do aumento dos preços dos combustíveis nunca teve nada a ver com tributos e, portanto, não será solucionada por corte de tributos. A questão diz respeito exclusivamente às taxas de lucros estratosféricas da Petrobras privatista de Pedro Parente, as quais, segundo alguns cálculos, chegam a até 150%. A empresa mantém uma política de preços volátil, atrelada ao dólar, com o intuito de remunerar os acionistas da Bolsa Nova Iorque. Ao mesmo tempo, diminui a nossa capacidade de refino em 25% para estimular as importações de combustíveis dos EUA e a venda das refinarias da Petrobras.
A política antinacional e antissocial da atual gestão da Petrobras, que sacrifica o país, os pobres e a soberania nacional, é a quintessência do golpe, que retirou o governo do povo e jogou o Brasil no leito de Procusto do grande capital. E é essa política do golpe, precedida pelo golpismo que inviabilizou o segundo governo de Dilma Rousseff, que jogou o país no caos e na crise.
Essa crise profunda e extensa tem sua origem na ruptura com a soberania popular e com o pacto democrático estabelecido pela Constituição de 1988. O golpe de 2016 devastou as instituições democráticas e o sistema de representação e permitiu que o país fosse totalmente capturado pelos interesses do grande capital financeiro, especialmente do grande capital internacional.
Desse modo, foi imposta ao povo brasileiro a agenda derrotada nas urnas, a qual visa, propositalmente, destruir direitos trabalhistas e previdenciários, erodir o Estado de Bem-Estar, aumentar a desigualdade, a pobreza e o desemprego, como fórmula macabra para restituir e ampliar margens de lucro. A democracia brasileira foi sequestrada pelo mercado, representado politicamente pela turma da sangria. Essa é a tragédia do Brasil. Com tal agenda, o país não tem presente nem futuro. Só a regressão a um passado sombrio.
Sem completar a implantação dessa agenda extremamente regressiva e impopular, o golpe perde a sua razão de ser. Por isso, consideram necessário manter preso o maior líder popular da história brasileira. Pela mesma razão, já surgem, ante a inexistência de um candidato viável que dê sustentação política à agenda do golpe, especulações sobre a implantação do impopular parlamentarismo, incitações à intervenção militar e outras iniciativas que visam golpear ainda mais a combalida democracia do Brasil.
O Brasil não sairá da crise com menos democracia e com novas manobras golpistas, que tentam se aproveitar do caos criado pelo próprio golpe. O Brasil só sairá dessa profunda crise com o pleno restabelecimento da soberania popular e da democracia. O Brasil somente se libertará do sequestro imposto pelo golpe com mais democracia. Somente eleições livres com a participação de Lula poderão devolver a paz e a ordem ao Brasil e constituir um governo com legitimidade suficiente para retirar a nação da crise.
Ninguém mais aguenta essa agenda de regressão, de crueldade social, de afronta à soberania nacional, de caos e de escárnio contra o povo.
O país precisa sair das garras do grande capital e das amarras dos interesses estrangeiros e ser devolvido a quem de direito: o povo brasileiro. Libertar Lula é libertar o Brasil.
Fonte: www.brasil247.com

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Não basta trocar o nome, é preciso pensar a Petrobras para o povo brasileiro, diz FUP

Depois da greve dos caminhoneiros e de protestos de petroleiros em todo o país, presidente da estatal pede para sair

A Petrobras deve anunciar ainda nesta sexta o nome da pessoa que irá presidir a empresa.   - Créditos: Reprodução

A Petrobras deve anunciar ainda nesta sexta o nome da pessoa que irá presidir a empresa.   / Reprodução

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) comemorou a demissão de Pedro Parente do comando da Petrobras. Essa era uma das principais reivindicações da categoria, que realizou paralisações e protestos nessa semana em diversas cidades do país. 
Em um comunicado divulgado à imprensa na manhã desta sexta-feira (1), a empresa informou a saída do executivo da presidência. “A Petrobras informa que o senhor Pedro Parente pediu demissão do cargo de presidente da empresa na manhã de hoje. A nomeação de um CEO interino será examinada pelo Conselho de Administração da Petrobras ao longo do dia de hoje. A composição dos demais membros da diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração. Fatos considerados relevantes serão prontamente comunicados ao mercado”, disse o comunicado.
Para a diretora da FUP, Cibele Vieira, apesar da vitória, não basta mudar o nome de quem preside. É preciso uma mudança substancial na política de gestão da estatal. “A gente considera uma grande vitória das mobilizações, da greve de alerta. Agora, não adianta nada vir outro e continuar fazendo a mesma coisa. O que a gente quer é alguém que volte a pensar a Petrobras para o povo brasileiro. Não adianta colocar outra pessoa e manter o preço atrelado ao preço internacional”.
Segundo Vieira, outra grande vitória do movimento grevista foi a ampliação do debate com toda a sociedade, que sofre com a política de preços da Petrobras. “Quando começou a greve dos caminhoneiros as pessoas não sabiam o que estava acontecendo dentro da Petrobras. Que a empresa estava reduzindo carga, para aumentar a importação de propósito, para conseguir vender as refinarias. Conseguimos colocar isso em pauta, debater com o povo e agora a gente pede soluções permanentes”. 
Depois de serem multados em R$ 2 milhões diários pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), os petroleiros anteciparam a retomada dos trabalhos na quinta-feira (31). Mas prometem seguir mobilizados rumo a uma greve por tempo indeterminado, caso não haja mudanças concretas na política de gestão da estatal. 
“A paralisação é contra o desmonte da Petrobras. Se eles cancelarem as vendas de refinarias, por exemplo, se mudarem a política de preços, podemos repensar. A gente não faz paralisação porque gosta, mas por um objetivo. Se for necessário, vamos sim fazer a greve por tempo indeterminado”, afirmou Cibele.
A Petrobras deve anunciar ainda nesta sexta o nome da pessoa que irá presidir a empresa.  
Edição: Juca Guimarães
Fonte: www.brasildefato.com.br

Temer nomeia Ivan Monteiro, o braço direito de Parente para presidente da Petrobrás.

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou nesta sexta-feira o nome de Ivan Monteiro, diretor-executivo da Área Financeira e de Relacionamento com Investidores da Petrobras, como novo presidente interino da petroleira estatal.
Quem é Ivan Monteiro?
Ivan Monteiro fez carreira no setor bancário, foi presidente do Banco do Brasil. É um cara do financeiro e amigo do "mercado". Monteiro entrou na Petrobrás por intermédio do ex-presidente da empresa, Aldemir Bendine em fevereiro de 2015, no segundo governo de Dilma (PT), justamente para promover demissões em massa de trabalhadores terceirizados e dar inicio às privatizações, sempre com o objetivo de agradar o mercado e os investidores estrangeiros. Em 2016, Pedro Parente assumiu a presidência e o manteve como diretor financeiro.
Só para constar: o ex-presidente Bendine, de quem Monteiro era amigo de velha data e homem de confiança foi preso suspeito de receber R$ 3 milhões da Odebrecht em troca de favores à empresa em contratos da Petrobras.
Diante do aprofundamento da crise orgânica, essa troca de figuras é mais uma cartada de Temer que cada vez mais vê seu governo debilitado politicamente e, promove uma "mudança", para na verdade não mudar nada e dar continuidade ao plano de aumento abusivo dos combustíveis e privatizações. Conforme observou Leandro Lanfredi, petroleiro e militante do MRT:
“nas mãos de quem Temer e seus conselheiros na empresa indicarem, teremos a continuidade das privatizações. Não basta cair Parente para extirpar todo legado privatista e corrupto. O que fazer agora? A saída seria outro privatista ligado à direita? Retornar a política de preços do PT, que encheu os bolsos dos grandes acionistas privados e petroleiras estrangeiras, que levam em média 40% dos lucros da Petrobras para o exterior, anualmente? Nem nossos empregos, muito menos os serviços baratos e eficazes para a população seriam conquistados com essas saídas capitalistas.”
Parente foi sacrificado por Temer é evidente que a troca de personagens é apenas um mero jogo de cena diante da crise, pois a política de Monteiro sempre foi e seguirá sendo a privatização e a entrega do petróleo para saciar a sede de lucros das corporações multinacionais e do imperialismo.
Somente a classe trabalhadora organizada pode dar uma saída diante da política de aumento dos combustíveis, da privatização da Petrobras e da ofensiva do imperialismo. Nesse sentido, é preciso que a Petrobras seja 100% estatal e gerida pelos petroleiros e controle da população, única forma de garantir que o preço dos combustíveis sejam acessíveis a toda população e que as multinacionais não dilapidem a enorme riqueza que é o nosso petróleo.
Fonte: www.esquerdadiario.com.br

SINTE dá prazo ao governo para pagar o retroativo do Piso e exige solução para os GNOs


O governo Robinson Faria tem até 05 de junho para pagar o retroativo do Piso Salarial da Rede Estadual e apresentar uma solução para regularizar e pagar sem qualquer desconto os salários dos funcionários do GNO (Grupo de Nível Operacional – Antigos ASGs). Do contrário, uma assembleia de protesto será realizada em frente à Governadoria na próxima quarta-feira, 06 de junho, a partir das 8h, onde o SINTE/RN só sairá da atividade com uma solução por parte do governo. É o que decidiu a assembleia da Rede Estadual convocada pelo SINTE, que aconteceu na manhã desta quarta-feira (30).
A assembleia também deliberou convocar uma nova assembleia logo na primeira semana após o recesso da rede de ensino. Outros 6 encaminhamentos foram aprovados pela categoria. São eles:
1 – O SINTE deve buscar uma solução para a implementação da Carga Suplementar devida aos professores;
2 – Deve ser divulgada uma moção de repúdio a procuradora geral do estado Eloisa Bezerra Guerreiro, por desrespeitar os membros da direção do SINTE/RN durante audiência;
3 – A categoria só deve tratar do calendário de pagamento da greve quando o governo pagar o retroativo;
4 – Quem define o calendário de reposição de aula é o Conselho Escolar, que tem caráter deliberativo previsto na Lei de Gestão Democrática;
5 – Devem ser mantidos os 15 dias de férias dos professores, previstos na Lei 322/2006 e o recesso do meio do ano para os demais profissionais da educação;
6 – Participar da Audiência Pública sobre a reestruturação física das escolas, no dia 05 de junho, às 15h, na Assembleia Legislativa.
Fonte: http://sintern.org.br

APANHAMOS POR QUASE DOIS ANOS, MAS O CENÁRIO MUDOU E HÁ CHANCE DE VIRAR O JOGO



Apanhamos muito desde que Dilma virou as costas para os que a elegeram em 2014 e governou em 2015 com os ricos que haviam sido derrotados nas urnas.
Apanhamos ainda mais em 2016 quando o golpe afastou Dilma em maio e derrubou-a em outubro. Continuamos apanhando em 2017, com a sequência de medidas antipopulares que levaram o país à ruína. Foram quase dois anos de derrotas contínuas.
Mas o golpe está dando sinais de apodrecimento acelerado e as forças democráticas e populares passaram a disputar a iniciativa com a direita.
Tentaram, com a condenação e prisão de Lula, lançá-lo no ostracismo, e apostaram que seu nome sumiria nas pesquisas eleitorais. Equivocaram-se feio. O ex-presidente continua no coração do povo, parece mais forte politicamente a cada dia e, no cárcere, ocupa o centro da cena política.
A greve dos caminhoneiros foi um raio em céu azul. Em que pese a profunda insatisfação popular, nos últimos ela vinha expressando-se apenas nas pesquisas. Os caminhoneiros, secundados pelos petroleiros, recolocaram a mobilização como um dos eixos principais da luta de classes.
Atingimos o coração do golpe. Pedro Parente era muito mais que o presidente da Petrobras. Era o co-presidente do golpe. O PSDB, que foi o verdadeiro articulador da trama contra Dilma e usou Temer/MDB como Joaquim Silvério dos Reis da democracia, reservou para si a joia da coroa golpista, a maior empresa nacional, as reservas de petróleo do país e a chance de encaminhar a maior negociata da história, a privatização da empresa e sua entrega às grandes petroleiras e ao capital financeiro. A força da mobilização popular derrubou o co-presidente do golpe.
Continuamos apanhando? Sim, os golpistas ainda têm muita força, controlam o Executivo, o Judiciário e o Congresso, manobram para manter o poder, agora ameaçam o país com o parlamentarismo. Mas começam a apresentar fissuras. E, depois de dois anos, começamos a bater de volta. A grande notícia é que, neste instante, os golpistas estão na defensiva.
O desafio agora é: como avançar para restaurar a plenitude democrática no país? Como obrigar Temer à renúncia e colocá-los a bater em retirada, com a realização de eleições diretas presidenciais livres com Lula como candidato?
É meridiano que a manutenção da mobilização popular e a inteligência de uma boa articulação política são as chaves para este novo momento.
Mas não está claro como isso será. Os líderes políticos, sindicais e populares estão se movimentando, conversando, tomando iniciativas.
Há um roteiro claro? Não. Mas não havia roteiro algum antes da greve dos caminhoneiros. E ela mudou a face do país.
O que importa agora? Manter o foco, derrotar o golpe, forçar Temer à renúncia e reinstalar a democracia com um governo que seja expressão dos desejos vivos do povo e não da ganância mórbida dos ricos.
Fonte: www.brasil247.com

Legado de Parente é desastre para a Petrobras e o Brasil, diz FUP

Em nota publicada em seu site, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) enumera uma série de prejuízos que a gestão Pedro Parente representou para a Petrobras e o Brasil. Segundo os trabalhadores, sob o comando do agora ex-presidente, a petroleira era administrada pelo mercado financeiro e não pelo Estado.

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
  
















Leia abaixo a íntegra da nota:

Desde que o nome de Pedro Parente foi cogitado para assumir a presidência da Petrobrás, a FUP se posicionou, alertando a sociedade brasileira para os riscos da empresa passar a ser administrada pelo mercado financeiro e não mais pelo Estado. Em carta aos acionistas e ao Conselho de Administração, os petroleiros deixaram claro que o passado de improbidades de Pedro Parente como gestor público não o qualificava para o cargo e denunciaram o Teste de Integridade ao qual foi submetido.

Dito e feito. Parente assumiu a Petrobrás desdenhando do Pré-Sal, principal ativo da companhia. Logo em seguida, passou a defender enfaticamente o projeto de lei do senador José Serra (PSDB) para abrir a operação do Pré-Sal para outras petrolíferas, acabando com a exclusividade da Petrobrás e sua participação mínima de 30% nos consórcios.

Arrotou para o mercado que não admitiria indicações políticas na empresa, mas já chegou rodeado de apadrinhados. Passou a gerir a Petrobrás com a ajuda de executivos da concorrência, que ganharam acesso livre às informações estratégicas da companhia, enquanto os trabalhadores eram submetidos a medidas policialescas.

O desmonte só estava começando. Pedro Parente assumiu pessoalmente o Plano de Negócios e Gestão 2017-2021, reduziu drasticamente os investimentos da Petrobrás e iniciou a maior privatização da história da empresa.

Em outubro de 2016, Parente anunciou ao mercado a nova política de reajustes dos derivados nas refinarias, estabelecendo a paridade de preços com o mercado internacional, sem qualquer mecanismo de proteção para o consumidor. A FUP denunciou que quem pagaria a conta seria o povo brasileiro e que o País estaria refém das crises internacionais de petróleo.

Não satisfeito, Pedro Parente assumiu o compromisso com “a não garantia integral do abastecimento do mercado brasileiro por entender que, em sua lógica de negócios, há a previsão do ingresso de mais agentes para o atendimento total da demanda”, como revela o estudo do Ministério de Minas e Energia, Combustível Brasil.

A redução das cargas das refinarias, a reestruturação dos efetivos de trabalhadores e a entrada em massa no País das importadoras de combustíveis davam as pistas do que estava por vir: o projeto de privatização do parque de refino e da logística de distribuição de derivados.

As digitais de Pedro Parente estão também entranhadas no processo de desindustrialização, agravada pelo fim da política de conteúdo local, uma das mais perversas ações deste governo. Ele atuou diretamente para reduzir a pó a indústria naval brasileira, ao passar a encomendar no exterior as plataformas e equipamentos dos campos do Pré-Sal.

Enquanto o mercado aplaudia o esfacelamento da Petrobrás como medida necessária para reduzir a dívida da empresa, Parente em troca beneficiava o sistema financeiro, que recebeu cerca de R$ 250 bilhões nesses dois anos em que esteve à frente da empresa. Garantiu também mais de R$ 11 bilhões aos fundos abutres norte-americanos, que se refastelaram com o acordo que ele costurou pessoalmente.

Esse é o legado desastroso da gestão Pedro Parente, que a FUP e seus sindicatos vêm denunciando desde 2016. Por isso, a greve dos petroleiros para baixar os preços do gás de cozinha e dos derivados teve como um dos eixos principais sua saída do comando da Petrobrás e mudanças estruturais na gestão da empresa.

Essa luta só está começando. Que fique claro para os próximos gestores que o principal acionista da Petrobrás é o povo brasileiro e não o mercado.

Federação Única dos Petroleiros - FUP



 Fonte: FUP

Correios prorrogam inscrições para 5 mil vagas de jovens aprendizes

Inscrições são pela internet até 11 de junho. É preciso ter entre 14 e 22 anos, mas pessoas com deficiência não têm restrição de idade.


Agência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) localizada no Centro de Manaus  (Foto: Ariane Alcântara/G1 AM)

Agência da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) localizada no Centro de Manaus (Foto: Ariane Alcântara/G1 AM)


Os Correios prorrogaram as inscrições para 4.983 vagas, além de 
formação de cadastro de reserva, dentro do Programa Jovem Aprendiz.
Os que passarem na seleção receberão salário de R$ 448,46, 
vale-transporte e vale-refeição ou alimentação.
As inscrições são gratuitas e deverão ser feitas somente pelo site
 dos Correios até 11 de junho.
Para participar, o candidato deve ter entre 14 e 22 anos completos, 
estar matriculado na escola e cursando, no mínimo, o 9º ano do 
ensino fundamental.
Pessoas com deficiência não tem limitação de idade para concorrer.
É desejável ter noções básicas de editores de texto, planilhas,
 navegação e pesquisa na internet utilizando em computadores ou notebook.
A seleção será simplificada, realizada por meio da comprovação de 
requisitos referentes à renda familiar, aprovação escolar, série atual e 
participação em projetos sociais, a partir de pontuação detalhada no edital.
O jovem aprendiz terá jornada de 20 horas semanais, com 4 horas 
diárias, durante os 12 meses de contrato.
A carga horária concilia uma fase teórica no curso de aprendizagem de assistente administrativo no Senai e uma fase prática nos Correios.
Implantado em 2010, o programa Jovem Aprendiz tem como 
objetivo o desenvolvimento de jovens por meio da educação 
técnico-profissional, do estímulo à prática da cidadania e de valores éticos.
Fonte: g1.globo.com

PIMENTA: QUEDA DE PARENTE É A MAIOR DERROTA DO GOLPE ATÉ AGORA


O líder do PT na Câmara dos Deputados, Paulo Pimenta (RS), disse, em um vídeo divulgado nas redes sociais, que a saída Pedro Parente da presidência da Petrobras "é a maior derrota do golpe até agora".
Para ele, Parente "é um tucano de alta plumagem e foi peça-chave no apagão do governo Fernando Henrique Cardoso, das privatizações. Mas não basta. É preciso avançar mais. Temos que derrotar a política de preços da Petrobras, mudar o conselho de administração que hoje está tomado pelas multinacionais e recuperar a Petrobras para os brasileiros", afirma.
Pimenta destaca, ainda, que é necessário continuar a mobilização e aluta contra o "golpe". " Esta derrota demonstra que pressão popular, a luta organizada pode sim obter vitórias. Temos que avançar, continuar mobilizados, continuar com o Fora Temer, contra o golpe, recuperar a democracia e recuperar a Petrobras para todos os brasileiros", afirmou.
Veja o vídeo. 

Fonte: www.brasil247.com

CAI PEDRO PARENTE, O CORAÇÃO DO GOLPE

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, pediu demissão na manhã desta sexta-feira (1º), dois anos depois de tomar posse como presidente da Petrobras.
Imediatamente após a notícia, as ações da estatal entraram em leilão na B3.  De acordo com comunicado da estatal, a nomeação de um CEO interino será examinada ao longo do dia pelo Conselho de Administração.
Ainda de acordo com o comunicado, a diretoria executiva da companhia não sofrerá qualquer alteração.
Inscreva-se na TV 247 e assista a comentário do jornalista Leonardo Attuch, editor do 247, sobre a queda de Parente:
Fonte: www.brasil247.com